Tosco, o gato!

Leve já o seu.

E o processo criativo?

“Criar significa poder compreender e integrar o compreendido em novo nível de consciência. Significa poder condensar o novo entendimento em termos de linguagem […]. Assim, a criação depende tanto das convicções internas da pessoa, de suas motivações, quanto de sua capacidade de usar a linguagem no nível mais expressivo que puder alcançar. Este fazer é acompanhado de um sentimento de responsabilidade, pois trata-se de um processo de conscientização”.  Fayga Ostrower 

Eu ainda me deparo com a situação de acharem que eu tenho algum “dom” para criar essas “coisas” que faço, seja construir através da costura objetos tridimensionais, produzir uma boa pintura ou realizar um desenho. Muitas vezes o produto final esconde todo o processo de criação pelo qual passa o objeto, carregado de referências e informações que estão diretamente vinculadas com o meu gosto pessoal, as minhas vivências e experiências. Eu como arte educadora então, defendo até a morte que não existe dom algum. Pode sim haver, e há em muitos casos, uma facilidade que por sua vez foi construída em algum momento de sua vida, seja ela geneticamente ou por simples força de vontade. Para chegar a um produto final, algo que eu digo: – É isso! –  Pode-se demorar dias, meses e até mesmo anos! Nesse tempo são realizadas muitas pesquisas são feitos muitos esboços, há muita tentativa e erro. A ideia nem sempre se concretiza e possivelmente ela vira outra coisa, é difícil conseguir enxergar o que falta quando nem ao menos se define o erro. E tem também o imediatismo é claro – quero que de certo já –  antes mesmo de começar.

Todos temos nosso potencial criativo, nossa capacidade individual de criar algo. Infelizmente presencio mais do que eu queria e do que deveria, por vezes em almas tão jovens, isso ser arrancado de dentro deste ser sem nem ao menos ter vingado. Quase como um aborto! Você cresce condicionado a achar que tudo é impossível, que existe um padrão do que é belo, e que principalmente –  você não sabe fazer, só porque deu errado na primeira vez ou pior porque alguém não gostou. Calma lá, somos seres que evoluímos, estamos nos construindo! Gente o errado é o não tentar. O ser humano precisa de arte, ele precisa se expressar, produzir. Se permita ser criativo! É tão gostoso dizer “fui eu que fiz”. Esse mundo é muito grande pessoal, tem espaço pra muitos artistas, aproveita ai essa internet e procure a sua linguagem e se de a chance de criar também.

No mais podemos dar continuidade criativa ao Tosco, um personagem construído na minha imaginação que um dia tornou-se um objeto: – simples, geométrico e fofo. Que para mim sempre está disposto a dar atenção e conforto, e que para algumas crianças é o principal aliado na luta contra o medo e o escuro da noite!

Você sabia que é possível construir o Tosco de outras maneiras? Vai me dizer que fica esperando eu colocar uma foto nova de um prontinho que basta apenas comprar? Tsc tsc… olhe que legal, você pode modificar o tosco colocar ou tirar acessórios. Ter ele maior ou menor e mudar até a cor!  Admito que nunca facilitei muito esse processo, e andei pensando sobre isso. Como eles vão criar um novo tosco se eu não mostro o que tem e o que pode modificar?  

Tem gente ai que não precisou saber o que tinha pra ir logo criando o seu… mas vamos lá, acabei de montar um esquema pra te ajudar. Abra ai o seu “bloco de notas”  e anote todos  os detalhes, vamos montar juntos o Tosco mais lindo que já se viu!!!

Como montar seu tosco, tutorial em 5 passos.


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